Olá Internautas!

Neste sábado (20), lançamos mais um canal de comunicação de meu mandato, com vocês que confiaram na minha capacidade política e me elegeram Senador pelo estado do Amapá. Nossos desafios nesta tarefa são diários, mas, a cada novo obstáculo, tenho a certeza de que vontade e coragem de lutar por melhorias para o povo amapaense são o objetivo de minha atuação.

Nesses mais de 100 dias de mandato, percebemos o quanto ainda temos que avançar em inúmeras questões. Dentre elas, o acesso à banda larga; uma solução definitiva para as dificuldades da Companhia Energética do Amapá; os problemas causados pelas frequentes enchentes que castigam o estado nestes meses; além do desafio que será o debate e a votação do Código Florestal no Senado. Porém não me intimido. Quanto mais difíceis esses desafios, mais instigado me sinto.

Essa nova ferramenta de comunicação que apresentamos será mais um espaço de debate, informação e construção coletiva de soluções e alternativas para esses temas. Meu mandato é fruto das expectativas do povo amapaense por um Estado e um Brasil melhor. E assim será.

Contamos com vocês no Blog do Randolfe. Entre e fique à vontade, afinal, “nós podemos mais”.

Oposição obstrui sessão no Senado e derruba duas medidas provisórias

 

Brasília – Os senadores da oposição, apesar de minoria, conseguiram nesta quarta-feira (1º) a primeira vitória, no governo da presidenta Dilma Rousseff, ao derrubar as medida provisórias (MPs) 520 e 521. A sessão deliberativa foi obstruída pelos oposicionistas desde as 14h30, quando começou, até a meia noite. Com isso, as MP perderam a validade e não podem ser reeditadas pela presidenta Dilma Rousseff com o mesmo texto.

A Medida Provisória 520 autorizava o Poder Executivo a criar a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares. A nova estatal tem por objetivo administrar os hospitais universitários, unidades hospitalares e a prestação de serviços de assistência médico-hospitalar no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

A MP 521 reajusta o valor da bolsa para médicos residentes de R$ 1.916,45 para R$ 2.338,06, retroativo a 1º de janeiro. A medida provisória também disciplina outros direitos como as licenças-maternidade e paternidade.

A 521 teria sido aprovada pelos senadores de oposição em votação simbólica. O governo, contudo, não aceitou inverter a pauta de votações para que ela fosse analisada antes da MP 520. Com isso, o reajuste do valor da bolsa para médicos residentes terá que ser feito em outros termos em uma nova MP. “Foi o governo que não quis inverter a pauta, agora ele que reedite a 521. Nós temos acordo para aprová-la. Não corre o risco [de os médicos ficarem sem o reajuste] porque quando ela for reeditada ela poderá retroagir”, explicou o senador Randolfe Rodrigues (P-SOL-AP).

Para o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), os oposicionistas prejudicaram a população que depende do serviço público de saúde. “Eu lamento a atitude da oposição de prejudicar justamente a área da saúde. Eles foram míopes ao escolher o alvo. Mirar na saúde para atingir o governo é um erro”, disse. Ele, contudo, também afirmou que as MP podem ser reeditadas em outros termos para retornarem ao Congresso Nacional.

Da Agência Brasil –

Mariana Jungmann –Edição:Aécio Amado